A
filosofia tem sido cada vez mais frequente nas provas do ENEM e sua presença
não se resume a quantidade de questões que em 2013 foram 6, mas encontramos
textos e temas filosóficos tanto em questões de outras áreas, quanto na
redação. As questões de ordem filosófica aparecem no caderno de Ciências
Humanas e suas Tecnologias, que ocorre no primeiro dia de prova. Até 2010
as questões eram elaboradas de forma a cobrar muito mais a capacidade
interpretativa dos estudantes e seu conteúdo quase sempre se resumia a política
e cidadania, entretanto, desde 2012, quatro anos após a sanção da lei que
obriga o ensino de filosofia e sociologia no Ensino Médio, é exigido que o
estudante conheça o pensamento dos principais filósofos e os principais temas e
problemas filosóficos. Em 2013 no mínimo duas questões exigiram uma capacidade
além da habilidade interpretativa do estudante, uma delas trazia um texto de
Aristóteles do livro A Política, nesta encontrava-se um trecho da obra do
autor, onde o mesmo falava diretamente sobre a felicidade, a resposta correta
desta questão exigia um prévio conhecimento do pensamento do filosófico
grego.
domingo, 11 de maio de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
Vadiagem com o pensamento: uma modalidade do ócio filosófico
Quando era criança gostava de
ficar parado fitando o horizonte. Algumas linhas que interrompem uma visão
horizontal são sempre um limite para a imaginação; existem algumas que consigo lembrar
bem, a linha horizontal oceânica, a linha horizontal de um cerrado, a linha horizontal
no cume de uma montanha. Embora tenham suas especificidades todas elas, de
certo modo, nos impõe uma interrogação: O que existe além da linha do
horizonte? Quando pequeno em minhas elucubrações infantis gostava de pensar
mundos que poderiam existir para além do firmamento, passava horas nesta
contenda entre o que pode existir e o que posso imaginar.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Por que o mundo precisa de filosofia?
Uma
pergunta seriamente desconcertante que pode ser feita a um filósofo, ou a um
estudante e mesmo a um professor de filosofia é: "Afinal, para que Filosofia?" Parece uma
pergunta tão boba, mas realmente é uma pergunta intrigante. Não raro, nos
tempos de universidade, via muitos mestres e doutores em apuros diante destes
questionadores de plantão. Estes, na maioria das vezes, não se contentavam com
essa "pequena pergunta" e acrescentava, ainda:
"E o que é Filosofia, meu senhor?".
Presenciar esses momentos conduziu a percepção da necessidade de encontrar boas explicações, caso quisesse
me livrar do calcanhar de Aquiles dos filósofos. Então, boa parte do que fiz na
universidade fora buscar funcionalidade e identidade para o curso que fazia. Desta forma
iniciei meu percurso e analisando a história (da Filosofia), percebi que a
questão de dar uma utilidade e um sentido a Filosofia é tão velha, mas minha
surpresa foi maior quando descobri que essa velhice não tira a originalidade da
pergunta, entretanto, tão pouco subtrai o nosso desconcerto diante das mesmas.
Parece ambíguo: perguntas sobre a utilidade e o significado da Filosofia
são velhas e mesmo assim continuam sendo feitas, feitas de forma como se fossem
novidades.
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| Photo by Luis Machado |
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
O texto filosófico - Apoiar-se nos ombros dos gigantes
Em um texto bastante acessível o Prof. João Carlos consegue mostrar a
importância da leitura dos textos dos filósofos.
O prazer do texto
João Carlos Salles
De Salvador (BA)
Anos atrás, um aluno do curso de filosofia da federal
vangloriou-se por ter conseguido se formar sem ter lido um livro inteiro
sequer. Ora, isso dificilmente seria possível nos dias de hoje. Em quase todo
país, houve uma mudança considerável na concepção dos nossos cursos e no perfil
profissional de nossos egressos.
domingo, 30 de dezembro de 2012
MINHAS AULAS
Clique nas aulas para abri-las:
Estética e Filosofia - 3º ANO Ensino Médio
A arte e a industria cultural - 3º Ano Ensino Médio
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